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20 de setembro de 2017

Bem planejado, home office reduz custos do funcionário e da empresa


Regulamentada pela reforma trabalhista, modalidade proporciona aumento de produtividade e qualidade de vida

O mercado de trabalho começa a passar por mudanças importantes, e uma delas é o home office – modalidade em que o funcionário trabalha na própria casa. Tendência internacional que vem se firmando no Brasil e a cada dia ganha mais adeptos. A produtividade e qualidade de vida são os principais pontos desse modelo.

Para o melhor desempenho do trabalho em home office, algumas regras precisam ser seguidas, como postura adequada ao trabalho, planejamento do dia, comprometimento com as tarefas e disciplina. Outro ponto importante é que o trabalhador deve ter um local reservado e com estrutura para que suas atividades sejam realizadas de maneira eficiente, separadas do ambiente familiar – se possível, em um cômodo à parte dos demais da casa, para facilitar a concentração.

Pode-se resumir os benefícios do home office da seguinte maneira:

Para o funcionário:

• Mais tempo livre e horários alternativos de trabalho;
• Colabora com os princípios de sustentabilidade;
• Possibilita aproveitar as horas vagas para reciclar seus conhecimentos;
• Maior oportunidade de ficar perto dos familiares;
• Reduz gastos, pois não há deslocamento;
• Permite dormir as horas adequadas de sono;
• Pode-se trabalhar em qualquer lugar.

Para a empresa:

• Economiza gastos e evita despesas;
• Trabalha com estrutura física reduzida;
• Possibilita cobrar as entregas e acompanhar o desempenho;
• Aumenta a criatividade e a produtividade dos funcionários;
• Funcionários vivenciam outras situações e trazem novidades para a empresa;
• Melhora o humor, o que faz o trabalho fluir com mais naturalidade.

A nova redação dada pelo artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabeleceu que não há diferença entre as atividades realizadas no escritório e as executadas na residência do empregado. Recentemente, a reforma trabalhista regulamentou a modalidade, chamada de lei do teletrabalho, que entra em vigor em novembro deste ano e prevê a não aplicação aos empregados que atuam em home office das regras da jornada de trabalho. Assim, quem atua dessa forma não tem direito a horas extras e não está sujeito a descontos, advertências ou suspensões por atrasos. Veja a matéria completa aqui.

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